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Onde é que a casa és tu?

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Quando olhas para a tua casa, vês-te a ti? Se a tua energia estiver presente, significa que estás em conexão direta contigo. Se não estiver, permaneces à distância de toda a experiência. Ao te apropriares da casa, constróis uma ponte para a tua realidade.

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Uma casa perfeita e deslumbrante com tudo no sítio certo é uma casa que eu te aconselho a esquecer. Ela até pode existir e ser real para ti, mas não acredito que te faça verdadeiramente feliz. Se a casa és tu e reflete as tuas vivências, então é crucial que a enchas com a tua vida, história, alegria, dinâmica e personalidade, no geral que cries uma casa cheia de ti!

Independentemente do Feng Shui, das características das divisões, das cores que tens nas paredes, do sofá que escolheste para a sala, do tipo de chão por onde caminhas, da organização dos espaços ou da luz que os ilumina, há algo que a casa deve incluir acima de tudo e que não é discutível. A casa precisa da tua identidade! Quer vivas em casa própria, alugada, casa dos pais ou partilhada com outras pessoas, uma parte de ti deve estar sempre expressa no ambiente à tua volta.

Há casas simples, maravilhosas, pequenas, grandes, casas que arrebatam instantaneamente e outras que não transmitem rigorosamente nada. Mas há ainda aquelas casas onde és capaz de sentir com uma nitidez incrível quem lá vive. Não é por serem extraordinárias, mas sim porque nelas a vida pulsa com todo o fulgor e dá para reconhecer o seu carácter único e original. São casas que só podiam ser daquelas pessoas.

Apropriares-te da casa e colocares nela vestígios de quem és, em pequenos ou grandes detalhes, é essencial para:

1. AFIRMARES QUEM ÉS

Quando um simples pormenor é escolhido por ti ou está relacionado contigo de alguma forma, tem a capacidade de transmitir uma mensagem forte sobre a tua individualidade e expressão pessoal. Ao fazê-lo, põe em movimento a energia que trazes dentro e exterioriza-a, imprimindo na casa uma qualidade, emoção ou qualquer outra singularidade tua. É desta forma que, consciente ou inconscientemente, afirmas, assumes, valorizas e reconheces quem és. Se não te vês na casa, os outros também não te vão conseguir ver em contexto nenhum!

2. ESTARES PRESENTE

Observares-te na casa, seja através de um símbolo, imagem, som, expressão, utilização ou de qualquer escolha, obriga-te a estares presente e a conectares-te com a tua realidade. Se queres fazer parte, a tua energia precisa de estar visível. Caso contrário, estarás fora de toda a experiência e imune a qualquer desafio. É assim que podes participar nos diálogos inspiradores que nascem da ligação especial que estabeleces com a casa e com a vida. Quando são os outros a definir e a ocupar tudo, ficas sem espaço para ti.

3. TRANSFORMARES A TUA VIDA

Ao tornares um espaço teu e incluires-te lá, dás-lhe vida e ativas determinadas energias e vivências. Isso dá-te a oportunidade de participares no teu próprio processo de cura e de transformares o que quiseres na tua vida. As áreas onde isso não acontece, permanecem adormecidas e estagnadas para ti, representando temas ou desafios que por algum motivo não queres enfrentar e resolver. Se for a casa toda, é como se te evitasses a ti por inteiro e recusasses qualquer responsabilidade de te envolveres contigo. Por isso, nem que seja em pequenos e simples gestos, começa a conquistar a tua casa.

Quem te visita deve conseguir identificar-te tal como és através dos teus sinais na casa. Tal como tu! Mais do que uma casa elegante, tem que ser a “tua” casa especial e única! O mobiliário até pode ser igual a todos os outros, mas o retoque final será sempre o teu. E é esse o barómetro para saberes até que ponto estás presente na tua vida e na tua evolução. Vamos a isso?


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