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Sente a tua casa!

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A casa é o teu espaço emocional, onde sentes tudo o que és e tudo o que vivencias. Identificares nela os espaços especiais e aqueles que rejeitas é essencial para te conheceres e te transformares.

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A casa é uma companheira de viagem que estabelece contigo uma relação livre e dinâmica. Assim que atravessas a porta, é nesse espaço emocional que te moves e te encontras profundamente, dando assim expressão às tuas qualidades e aos teus desafios. Para ela, não há inibições, há apenas um diálogo contínuo. A questão não está na influência que a casa tem, mas sim no que te revela. Em cada divisão, recanto, objeto, imagem ou manifestação estão refletidos dons, inspirações, sorrisos, tristezas, angústias e alegrias, e são essas as mensagens que podes utilizar para te transformares, curares e evoluires.

Apesar de tudo na casa dizer algo sobre ti, existem dois espaços cruciais que servem de mote para a compreensão do que estás a viver e sentir:

1. ONDE TE SENTES MELHOR

Existe certamente na casa um espaço que te faz sentir particularmente bem, feliz e te conecta a sentimentos inspiradores, seja um recanto onde gostas de te sentar e relaxar, uma divisão cheia de luz que te atrai ou uma área da casa para onde gostas simplesmente de olhar. Se aquele espaço te convida a interagir e te proporciona uma sensação única de bem-estar é porque estás disponível para o que ele te oferece.

Este teu sítio especial indica que energia estás a utilizar, transformar e regenerar ativamente num determinado momento, podendo não ser sempre o mesmo. De um modo geral, ilumina uma capacidade interna tua que deves tornar consciente, diz-te que assuntos estão a ser “trabalhados” na tua vida e quais as ferramentas que deves continuar a usar para concretizar aquilo a que te propões.

Tornares-te por isso consciente da experiência que te proporciona, do que nele existe de interessante ou até de desagradável, e da simbologia que tem para ti, é acederes à tua própria linguagem de cura. De que forma estás a abraçá-la e a usá-la verdadeiramente?

2. ONDE NÃO GOSTAS DE ESTAR

Quer gostes ou não da casa como um todo, haverá sempre um local específico onde não te sentes bem ou que simplesmente não te atrai. A intensidade com que isso acontece vai depender de vários fatores, mas o importante é que o identifiques. Tanto pode ser a divisão que fica sempre esquecida, o canto do quarto que não consegues arrumar, a parede para a qual nunca arranjaste solução ou qualquer outra circunstância que te provoque sensações menos positivas, medo, desconforto e eventualmente uma rejeição absoluta.

O que esta área da casa te transmite é o tema que está na ordem da tua vida e que carece da tua atenção plena. É uma mensagem muito valiosa sobre as questões que necessitas enfrentar, mas que por algum motivo te causam resistência e não queres ver. Podes ainda não ter consciência do que significam ou não saber como as resolver, mas encontrares formas de agir nesse espaço é o que te colocará em contacto com essa parte negligenciada de ti. De que forma estás a lidar com ela e a transformá-la?

Começa por observar o que o espaço contém até ao mais ínfimo detalhe, o que lhe falta, o que existe a mais, em que condições está, o que representa para ti, de quem é e qual o seu significado. Se ainda não o consegues limpar, libertar, substituir e organizar, cria pretextos para o utilizares regularmente. Aos poucos, a conexão vai ficando mais forte e o teu acesso a ela mais livre e consciente.

A casa vai comunicar sempre as tuas experiências de vida. Sente-a e descodifica as mensagens que te transmite. Estou aqui contigo nesta viagem, vamos a isso? 


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